segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

COMBATA A PRISÃO DE VENTRE

 

Quando se fala de prisão de ventre (obstipação), fala-se de uma situação periódica que, na maioria dos casos, é inofensiva e controlável, bastando para isso que se corrijam alguns factores que a favorecem.

A falsa obstipação...
Há pessoas que dizem que “sofrem de obstipação há muitos anos”, baseadas na comparação que fazem com outras pessoas. Ora, a frequência com que evacuamos depende muito da quantidade e do tipo de alimentos que ingerimos diariamente, bem como do nosso padrão de vida ser mais ou menos sedentário!
Podemos evacuar pouco mas ser em quantidade suficiente para a quantidade de alimentos que ingerimos.

A obstipação é definida pelos seguintes factores:

o   quando a evacuação é inferior a 3 vezes por semana;
o   quando defecamos com intervalos de 3 dias ou mais;
o   ou quando as fezes diárias são inferiores a 35 g.

A obstipação temporária não mata, mas mói!
Quando estamos obstipados, sentimo-nos enfartados, desconfortáveis e incomodados, com o ventre inchado e duro. Além deste mal-estar físico, podemos ter um lumbago, aquela dor aguda e irritante no final das costas, que nos incomoda tanto!!!
Depois, lidamos ainda com a nossa aparência - a nossa roupa aperta e sentimo-nos «barrigudos».
O nosso humor também se altera: tornamo-nos mais irritados, impacientes e ansiosos, pois todos estes factores influenciam a nossa disposição.

As 10 causas  da PRISÃO DE VENTRE


1. Alimentos pobres em fibra e poucos líquidos
A insuficiente quantidade de fibras e de líquidos é a causa mais comum da prisão de ventre.

2. "Esqueço-me de ir à casa de banho!" 
É muito importante «educarmos o intestino» e evacuarmos sempre que sentimos vontade, pois a nossa vontade surge normalmente pelo reflexo intestinal. Ora, as pessoas «sem paciência» para defecar vão indisciplinando esse reflexo e, a pouco e pouco, acabam por perder esse estímulo.

3. Enfraquecimento dos músculos do abdómen
Os músculos abdominais são necessários para produzirem a pressão necessária à evacuação. Esta causa é mais comum em pessoas idosas.

4. Hemorróidas ou fissuras no ânus
As hemorróidas ou a fissura no ânus podem também fazer com que as pessoas evitem ir à casa de banho, pois sentem dor quando evacuam. Este adiamento sistemático pode provocar obstipação.

5. Alterações dos níveis de hormonas da tiróide
Quando a glândula da tiróide produz poucas hormonas, o trânsito intestinal pode ficar mais lento e conduzir à prisão de ventre.

6. Atenção à auto-medicação com laxantes!
O abuso de laxantes inibe os reflexos naturais do intestino, tornando-os «preguiçosos», além de poderem irritar a mucosa intestinal.

7. A gravidez
Durante a gravidez, a obstipação pode ser frequente.

8. Medicamentos e alguns suplementos
Além dos laxantes, alguns medicamentos podem alterar o trânsito intestinal, como é o caso de alguns medicamentos para a azia, para a tensão arterial, alguns anti-inflamatórios, diuréticos e suplementos de ferro e cálcio.

9. Proporção do potássio e cálcio na formação do reflexo intestinal
A relação entre estes dois eletrólitos implica diretamente no reflexo intestinal. Uma baixa de potássio (relativamente ao nível de cálcio) pode favorecer a prisão de ventre.

10. Alterações da parede do intestino
Em situações mais raras de doença, a parede muscular do intestino pode ficar rija (por exemplo, por esclerodermia) ou perder o reflexo nervoso que estimula as contrações necessárias para fazer a passagem das fezes.

Podemos corrigir a obstipação? Do que depender de nós, sim! Veja a seguir:



10 DICAS PARA A SAÚDE DO INTESTINO
 
1. Aumentar o consumo de fibras alimentares!
Uma dieta alimentar rica em fibras deve ser constituída por:

- 60 %  de frutos e vegetais - maçã, banana, amora, mirtilo, morango, figo, toranja, kiwi, laranja, pêra, ameixa seca (previamente demolhada), batata-doce, couve-de-bruxelas, cenoura, feijão verde, feijão, grão, ervilha, lentilha, algas e soja. A casca dos frutos muito bem lavada pode ser ingerida, pois contém fibras insolúveis, importantes para a formação das fezes.
- 20 %  de cereais integrais e grãos -  pão, arroz, massa, feijão, grão de bico, ervilha, etc.
- 15 %  de proteína animal e vegetal – peixe, carne magra, branca e sem pele, soja e derivados.
- 5 %   de gorduras – a gordura natural dos laticínios: manteiga,  queijo e iogurte magros; azeite.

2. Juntar gérmen de trigo às refeições - Pode juntar 2 a 3 colheres de sopa por dia de gérmen de trigo aos alimentos ou no iogurte. No entanto, as pessoas com intolerância ao glúten não devem comer gérmen de trigo!

3. Beber 6 a 8 copos de água por dia - incluindo outros líquidos, como sumos naturais e caldos de legumes.

4. Fazer exercício físico regular - o exercício estimula os músculos abdominais e favorece o trânsito intestinal. Andar a pé ou fazer um passeio de bicicleta  são formas baratas e acessíveis que ajudam a evitar a prisão de ventre.

5. Educar o intestino sempre que tenha vontade, vá à casa de banho. Não deixe para mais tarde! Se for irregular, procure educar o intestino: vá à casa de banho sempre à mesma hora, quer tenha ou não vontade de evacuar e sente-se  cerca de 10 minutos, de preferência após uma refeição. Esta rotina é eficaz para educar o intestino.

6. As plantas medicinais - existem muitas plantas reguladoras do intestino, como o Aloés, a Cascara Sagrada, Luzerna, Folhas da Ameixoeira, da Macieira, Artemísia ou o Dente de Leão. A forma de chá ou infusão tem a vantagem de ser suave e de menor risco de agredir a mucosa, comparativamente a comprimidos, cápsulas ou xaropes. Pode tomar infusões destas plantas durante 2 a 3 semanas e depois mudar para outra planta.

NOTA:  O Sene, porque tem um efeito laxante forte,  não deve ser tomado durante mais do que 5 dias, 2 a 3 chávenas por dia, a primeira toma  em jejum.
  
7. A argila - A argila verde também é uma boa alternativa para regularizar o intestino. Modo de preparação - Põe-se 1 colher e meia de sopa de pó de argila em meio copo de água. O copo é tapado com uma gaze e deixado em repouso ao luar. No outro dia, pela manhã, filtra-se a mistura e, com o estômago vazio, bebe-se 1 colher de sopa de 5 em 5 minutos. A parte sólida não é engolida! A água de argila só deve ser bebida com o estômago vazio, em jejum, a meio da tarde e à noite, após o jantar, já com a digestão feita. Pode-se tomar a água de argila durante 2 a 3 semanas e depois descansar durante um mês.

8. O sumo de limão ou o sumo de maçãUm copo de água morna com meio sumo de limão tomado diariamente em jejum costuma dar bons resultados. Não se deve deitar açúcar. É preferível juntar uma colher de mel, se não for diabético. A maçã, por outro lado,  é um fruto rico em fibras e o seu sumo em jejum é um bom depurador intestinal!

9. O carvão vegetal - Muitas pessoas que sofrem de gases reagem bem ao carvão vegetal, em forma de comprimidos. Deve ser tomado em doses adequadas e no final das digestões.

10. Baixar os níveis de stress - Estados emocionais negativos interferem no trânsito intestinal, que depende muito do sistema nervoso. Diarreias ou prisão de ventre podem ser respostas fisiológicas a alterações do humor e a picos de ansiedade.

Para concluir...


 Retenha o principal:
 Sem fibras e sem água, temos obstipação !

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domingo, 24 de fevereiro de 2013

ALIMENTOS: BOAS E MÁS MISTURAS

ALIMENTOS: BOAS E MÁS MISTURAS

Quanto mais difícil for a digestão de uma refeição, maior a probabilidade de termos gases, cólicas intestinais ou prisão de ventre, umas horas ou mesmo uns dias depois. Também é verdade que, muitas vezes após uma refeição aparentemente leve, sentimo-nos pesados e enfartados.  Pois é, caros leitores e leitoras, nem sempre o que comemos está errado. Muitas das vezes,  as combinações que fazemos na mesma refeição é que podem provocar esse mal-estar.
Hoje vamos ficar a saber quais os alimentos que podemos combinar no prato, para que não venhamos a sentir indisposições após a refeição nem a causar alterações do nosso funcionamento intestinal e na saúde em geral. Mas primeiro vamos espreitar a Medicina Tradicional Chinesa e a Alimentação Ayurvédica e saber o que nos dizem sobre a forma de nos alimentarmos.

O que nos diz a Medicina Chinesa
A medicina tradicional chinesa considera que cada alimento tem uma identidade energética própria que nem sempre combina bem com outros alimentos, cuja identidade pode ser incompatível. Para os chineses,  há alimentos Frios, Quentes, Mornos, e alimentos que deixam “Humidade” no corpo.
A ligação ou mistura dos alimentos é essencial para o equilíbrio do organismo. Alimentos ricos em gordura combinados com alimentos ricos em açúcar é uma “pequena bomba-relógio” de efeito retardado. Mas um dia, esta pequena bomba vai explodir...
Quando baseamos a nossa alimentação em alimentos ricos em gorduras e açúcar (pizzas, bolos de pastelaria, salgados, fritos, etc.) estes alimentos criam “humidade” que vai ficando “marcada” no nosso organismo. Também não ligam bem as bebidas alcoólicas com derivados do leite, açúcar e gorduras, porque esta combinação cria também “humidade” no organismo. Ora, para a medicina chinesa, o acúmulo de humidade danifica o Baço e causa bloqueios do normal funcionamento digestivo. O corpo não consegue retirar a energia dos alimentos e vai adoecendo a pouco e pouco. Para os chineses,  as diarreias, o inchaço, as dores musculares, o cansaço e a sonolência são efeitos de um desequilíbrio alimentar resultante das más combinações dos alimentos.

O que nos diz a Medicina Ayurvédica
Para a medicina ayurvédica, a nutrição é a base da saúde, e os alimentos representam os 6 sabores da natureza, que são:  doce, ácido, salgado, picante, amargo e adstringente. Uma refeição equilibrada deverá conter todos estes sabores, mas os alimentos e a sua quantidade têm que ser adequados à natureza de cada pessoa, consoante for do tipo Vata, Pitta e Kapha.

Para as pessoas “Vata”
Para uma pessoa  de natureza Vata, os sabores mais importantes e adequados são os sabores doce, ácido e salgado.

Para as pessoas “Pitta”
As pessoas de carácter Pitta necessitam dos sabores doce, amargo e adstringente na sua dieta.

Para as pessoas “kapha”
As pessoas de natureza Kapha necessitam dos sabores picante, amargo e adstringente.


Os alimentos de sabor doce
Os alimentos do tipo “doce” são nutritivos, tónicos e rejuvenescedores. Equilibram a mente e relacionam-se com o sentimento de contentamento. Em excesso, causam letargia e apego. São alimentos “doces” o leite, nozes, frutas doces e o arroz.

Os alimentos de sabor ácido
Os alimentos do tipo “ácido” são estimulantes, digestivos, aumentam o apetite e ajudam a dissolver os gases (diz-se que são carminativos). Activam o metabolismo e as funções cerebrais. Despertam a mente e os sentidos. Em excesso, causam raiva, impaciência e inveja.  São alimentos ácidos o iogurte, os pickles e o vinagre.

Os alimentos de sabor salgado
O alimento “salgado” é digestivo, aumenta o apetite, promove a salivação, é levemente laxativo e potencializa o sabor dos alimentos. Acalma os nervos e diminui a ansiedade. Em excesso, os alimentos salgados causam letargia, cobiça, raiva e impaciência.
O sal e as algas são alimentos de sabor salgado.

Os alimentos de sabor picante
Os alimentos do tipo “picante” são estimulantes, aumentam o poder digestivo, são diaforéticos, isto é, provocam suor,  são  expectorantes, vermicidas e aumentam a circulação. São depuradores dos canais energéticos. Em excesso, alimentos picantes causam raiva e impaciência.
As variedades de pimenta, o  gengibre e o cardamomo são alimentos de sabor picante.

Os alimentos de sabor amargo
Os alimentos do tipo “amargo” são desintoxicantes, bactericidas, germicidas e limpam o sangue. Purifica a mente e as emoções. Em excesso, causam ansiedade, medo e insónia As hortaliças e o  chá verde são alimentos do tipo amargo.

O alimentos do tipo “adstringente
O “adstringente” promove a absorção dos fluidos, é anti-inflamatório, seca as secreções excessivas e os sangramentos. Esfria a mente e remove a letargia. Em excesso, os alimentos adstringentes causam ansiedade, preocupação, medo e insónia.
São adstringentes os grãos,  a alface, o açafrão-da-terra e os aspargos.

INCOMPATIBILIDADES E TEMPOS DIGESTIVOS
Agora vamos ver o que nos diz a ciência da nutrição e a naturopatia
Quando fazemos uma refeição, devemos ter em atenção se a mistura dos diferentes alimentos que vamos ingerir não provocará um maior esforço digestivo.
Assim, alimentos saudáveis e bons do ponto de vista nutricional nem sempre podem ser misturados entre si numa mesma refeição, porque têm reações digestivas diferentes e tempos de digestão próprios tornando-se incompatíveis.
Uma refeição composta por alimentos (todos eles) saudáveis nem sempre o é em termos digestivos, se esses alimentos forem incompatíveis entre si.
Esta incompatibilidade diz respeito à estrutura química dos compostos de cada alimento, aos seus diferentes tempos de digestão, etc.

Quanto mais difícil for a digestão de um grupo de alimentos, maior a probabilidade de produzirmos gases, cólicas intestinais ou prisão de ventre, devido à existência de produtos tóxicos que entretanto se formaram na fase final da digestão e que vão ficar retidos no corpo durante muitas horas ou mesmo alguns dias.
Por outro lado, a retenção no nosso organismo dos produtos finais da digestão torna também mais difícil a drenagem natural do organismo com consequências visíveis no corpo: inchaço abdominal, dificuldade para emagrecer, sensação de enfartamento, dor de cabeça, tonturas, etc.

Por exemplo, a carne, peixe, ovos, cogumelos, grão, feijão soja, leite e derivados são muitos ricos em proteína. Do ponto de vista digestivo, a proteína tem uma reação ácida e a sua digestão inicia-se primeiro no estômago e depois no duodeno (primeira porção do intestino delgado). A batata, o arroz, a massa e o pão, por exemplo, iniciam logo a sua digestão na boca e posteriormente no jejuno (na segunda porção do intestino delgado).
Ora, numa refeição em que ingerimos uma grande quantidade de carne acompanhada por batata ou arroz, por exemplo, a digestão da carne no estômago torna-se mais demorada por haver uma grande quantidade de proteína. A longa digestão da carne acaba por fazer retardar a digestão do arroz.

Por outro lado, numa refeição que é rica em gordura (por exemplo, carne gorda, molhos, óleos, margarinas, etc.) e que é acompanhada com doces (fruta doce, sobremesas), a digestão das gorduras provoca um atraso na digestão dos açúcares.

Devemos, contudo, considerar que cada organismo reage aos alimentos de forma própria e, regra geral, adapta-se à digestão de cada alimento. Quanto mais saudável for um organismo, especialmente o aparelho digestivo, mais fácil é a sua adaptação aos alimentos.

O bom senso à nossa mesa!
A nossa própria experiência pessoal vai-nos dizendo o que é que o nosso organismo aceita melhor e se a variedade de alimentos que normalmente preferimos é uma boa escolha. Se estivermos com debilidade digestiva, o bom senso diz-nos que quanto menos misturas fizermos, melhor. Não só o estômago mas o intestino, o fígado, a vesícula e o pâncreas são órgãos que fazem parte do processo digestivo e são fundamentais para todas as transformações químicas dos alimentos que ingerimos até serem assimilados por todas as células do nosso corpo. Se um deles está deficiente, vamos ter maior cuidado com as misturas que fizermos.
Por vezes, justifica-se também fazermos algum repouso gástrico e, neste caso, é melhor por exemplo, fazermos uma dieta líquida (sumo de fruta ou caldo ralo de legumes). Outra via é, por exemplo, comermos a intervalos regulares um só tipo de alimento, em vez de misturarmos vários alimentos numa mesma refeição.


Boas e más misturas NO SEU PRATO
Regra geral, devemos ter em conta os seguintes princípios ao elaborar uma refeição:

Carne, peixe e ovos – ligam bem com hortaliças.

Arroz, massa, pão – estes três alimentos ligam bem entre si. Qualquer um deles pode ser ingerido com hortaliças, ovos, leite, iogurte, queijo.

Batata – Não deve ser comida com pão, arroz ou massa.

Frutos frescos – Num regime alimentar em que as refeições incluem sopa e um prato de carne ou peixe com acompanhamentos, as boas regras ditam que a fruta deve ser comida no intervalo das refeições.
Se se tratar de um pequeno-almoço ou almoço em que comemos, por exemplo, pão e queijo somente, então várias peças de fruta da mesma espécie podem ser comidas no início ou no fim.

Evite comer melão, meloa ou melancia às refeições!
O melão, por exemplo, pode ser comido excepcionalmente numa refeição, se ele for muito maduro e em pouca quantidade, mas é sempre preferível comê-lo isoladamente, ou seja, no intervalo das refeições e, neste caso, na quantidade desejável. O mesmo se aplica à melância e à meloa.

Frutos oleaginosos – a amêndoa, a noz, o amendoim, a avelã ligam bem geralmente com alimentos cozinhados, com pão e com hortaliças.
Por via de regra, é de evitar a mistura dos frutos secos com fruta fresca, principalmente se for muito doce (uvas, figos, etc.).
Nota: As pessoas que sofrem de fígado ou vesícula nem sempre toleram bem os frutos oleaginosos.

Hortaliças – ligam bem com pão, massas, arroz, grão, feijão e frutos oleaginosos.

Iogurte e Requeijão – são bem tolerados com praticamente todos os alimentos crus e cozinhados.

Legumes secos – O feijão, o grão, a ervilha ou a fava ligam bem com carne, peixe, ovos, verduras e gorduras mas são incompatíveis com arroz, massa, farinha e pão.

Leite – Liga-se bem com arroz, pão, massa, gema de ovo, açúcar, mel. Banana e leite são compatíveis.

Mel – liga bem com leite, arroz, pão, massa, fruta fresca.

Ovos – Os ovos ligam bem praticamente com todos os alimentos cozinhados incluindo verduras. A gema pode ser associada ao leite, aos caldos de farinha, aos flocos de aveia, de trigo, etc.

Queijos – De uma maneira geral, os queijos ligam bem com pão, massas, arroz, verduras e frutos. Dos frutos, tenha em atenção que a maçã e o pêro são os que se harmonizam melhor com alimentos cozinhados.

Estão vistos alguns riscos de más combinações de alimentos e, com base nestas orientações, poderá já preparar refeições mais leves e saudáveis do ponto de vista digestivo.
Contudo, cada um de nós deve procurar uma combinação de alimentos de acordo com o seu gosto e a forma individual como reage. As regras gerais são orientações e não dispensam uma atenção particular aos indivíduos que podem reagir mal a certos alimentos ou combinações, apesar de serem considerados alimentos saudáveis e combinações adequadas. O mesmo se aplica a problemas de saúde para os quais podem estar contra-indicados alguns alimentos.
Uma dica final: a levedura de cerveja (1 colher de sopa misturada na sopa, por exemplo) ou uma chávena de chá de menta ou de gengibre no final de uma refeição podem facilitar a digestão.